A chance do auxílio-emergencial voltar para 32 milhões de brasileiros

O ministro da Economia, Paulo Guedes, cogita um auxílio-emergencial mais ‘focalizado’, atendendo metade dos 64 milhões de brasileiros que receberam a ajuda na primeira onda da pandemia, no ano passado. A fala vem após encontro com o novo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM), que pede publicamente a prorrogação do auxílio. ‘Temos como orçamentar ajuda, desde que seja dentro de um novo marco fiscal, robusto o suficiente para enfrentar desequilíbrios’, disse.

‘Se o Congresso aciona o estado de calamidade, temos condição de reagir rapidamente. Mas é muito importante que seja dentro de um quadro de recuperação das finanças. Estamos preparados para fazer as coisas dentro das proporções’, ressalta.

Na primeira rodada, o benefício teve cinco prestações de R$ 600 e quatro de R$ 300 — no caso de mulheres chefes de família, o dobro.