Vacinas russa e indiana entram na mira do Ministério da Saúde

Com a capacidade produtiva nacional estrangulada, dependendo de insumos importados, o Ministério da Saúde agora cogita a compra de 30 milhões de doses das vacinas russa (Sputinik V, do instituto Gamaleya) e indiana (Covaxin, do laboratório Bharat Biotech). Nesta quarta-feira, 4, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) retirou a obrigatoriedade da apresentação do estudo da fase 3, uma forma de agilizar o uso emergencial de imunizantes.

O Ministério da Saúde quer ainda para fevereiro essa carga dos dois países para agilizar a vacinação, que está atualmente terminando a vacina de profissionais da linha de frente e iniciando a de idosos nonagenários.

Na noite desta quarta-feira, 4, chegou carga com mais de 5 mil litros de insumos da China para fabricação de 8 milhões de doses no Instituto Butantan da CoronaVac.