Profissionais do sexo manifestam por vacinação em Belo Horizonte

Início de semana com protestos de profissionais do sexo por vacina na região da rua Guaicurus, no centro de Belo Horizonte. Em um dos cartazes, ‘trabalhadoras sexuais são profissionais de Saúde também’. As imagens geram debates nas redes sociais um ano após o início da pandemia, com a capital mineira sendo um das cidades brasileiras com mais restrições ao longo da pandemia, mesmo antes da implantação da Onda Roxa pelo Governo de Minas.

‘É uma questão de proteção mesmo, até que sejamos incluídas como grupo prioritário nos planos de vacinação a nível municipal, estadual e federal. Não estarmos nessa listagem é uma violência, já que trabalhamos com contato e levamos o sustento de muitas famílias’, afirmou ao TEMPO a presidente da Associação das Prostitutas de Minas Gerais (Aprosmig), Cida Vieira.

São 3,5 mil profissionais cadastras na capital e 80 mil em todo o Estado.

Foto: Douglas Magno | AFP