O auxílio-emergencial pode realmente ser prorrogado até setembro?

Ainda sem a nova versão do Bolsa Família, o Governo Federal tem como uma das alternativas para a atual crise financeira provocada pela pandemia, prorrogar até setembro — mais dois meses — o auxílio-emergencial. A medida deve custar aos cofres públicos R$ 18 bilhões. A expectativa é de que as parcelas continuam variando entre R$ 150 e R$ 375.

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), defende um novo programa assistencial e não a prorrogação do benefício.

O estudo sobre a prorrogação do auxílio-emergencial é articulado entre o Ministério da Economia e o da Cidadania.