Executivo chinês pede fim de ataques de Bolsonaro para não atrasar insumos

Documento sigiloso do Itamaraty encaminhado para CPI da Pandemia revela pedido do presidente da farmacêutica SinoVac, Weidong Yan, em reunião dia 19 de maio, que pede fim dos ataques de Bolsonaro ao país para que o envio de insumos para o Butantan não sofra atrasos, revela O GLOBO. O presidente do Brasil sugeriu que a China estaria travando uma ‘guerra química’ com criação da Covid.

Em depoimento à CPI, integrantes e ex-integrantes do Governo Bolsonaro afirmam que as declarações do presidente não tiveram impacto no fornecimento de insumo.

Embora tenha 100 milhões de doses distribuídas — e 70 milhões aplicadas —, a imunização não chegou ainda à faixa etária economicamente ativa, que precisa sair diariamente de casa para trabalhar.