CPI apura se houve atraso intencional para favorecer clínicas privadas

Com o preço de até US$ 40 por dose, a Precisa Medicamentos pretendia arrecadar até R$ 800 milhões comercializando a vacina contra a Covid-19 para clínicas privadas, informa o Estadão, que teve acesso a contrato firmado entre Frederico Maximiano, sócio da Precisa, com a Associação Brasileira de Clínicas de Vacinas (ABCVAC), em janeiro deste ano.

Agora a CPI da Pandemia está apurando se houve atraso intencional do Governo para favorecer esse mercado.

A Precisa afirma que ‘trata-se de uma relação privada, sempre condicionada à aprovação da Anvisa e das disposições legais’.