Bolsonaro agora sinaliza com retomada do auxílio-emergencial

Diante do início de ano com medidas mais restritivas em diversos locais do Brasil que sofrem com a segunda onda da pandemia, pela primeira o presidente Jair Bolsonaro admite a retomada do auxílio-emergencial. Após negar a volta, afirmando que o país não aguentaria, o presidente afirmou nesta segunda-feira que ‘acha’ que ‘vai ter uma prorrogação’.

‘Foram cinco meses de 600 reais e quatro meses de 300. O endividamento chegou na casa dos 300 bilhões. Isso tem um custo. O ideal é a economia voltar ao normal’.

Mas ele afirma que não serão todos os 68 milhões que receberam na primeira fase que vão voltar a receber.