Mirando mercado de R$ 174 bi, Kroton muda estrutura e passa a se chamar Cogna

Mirando mercado de R$ 174 bi, Kroton muda estrutura e passa a se chamar Cogna

Mirando mercado de R$ 174 bi, Kroton muda estrutura e passa a se chamar Cogna

A Kroton anunciou nesta segunda-feira, 7, uma nova estrutura de negócios. A holding passará a se chamar Cogna Educação e terá sob seu guarda-chuva quatro empresas, bem como a Cogna Ventures, fundo de investimento em venture capital (empresas fechadas) para investimentos em soluções tecnológicas em educação, que será criado em 2020.

A marca Kroton ficará em uma das empresas, voltada a soluções para consumidores final no ensino superior (B2C). Já a Platos servirá para atender outras empresas (B2B), em ensino superior. Em educação básica, haverá a Saber e a Vasta.

Segundo Rodrigo Galindo, presidente da agora Cogna Educação, a nova estrutura dará mais autonomia e flexibilidade a cada unidade de negócio. A investidores e analistas, ele apresentou uma série de oportunidades de crescimento nos quatro segmentos. De acordo com ele, o grupo pode acessar um mercado potencial de R$ 174 bilhões.

A Kroton quer conquistar instituições de ensino que queiram expandir suas operações para o ensino a distância (EAD) em graduação e pós-graduação. A ideia é oferecer uma plataforma de tecnologia, que agrega 11 serviços como atendimento de departamentos administrativos e produção de conteúdo, até a captação de alunos.

Quem ficará à frente da “nova Kroton” é Roberto Valério, hoje diretor de ensino superior no grupo. Segundo ele, os 9% de participação de mercado ainda representam um porcentual baixo e aquém do potencial da Kroton, que está “preparada” para capturar novas oportunidades.

De acordo com ele, o segmento tem tendência positiva. Em projetos novos, a companhia vê a operação evoluindo acima do esperado, além de necessidade menor de recursos para investimentos.

Segundo Galindo, a companhia estima que o mercado de B2B para ensino superior no Brasil seja de R$ 34 bilhões – do qual a companhia tem apenas 0,3%.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.