Por mais palanque a Lula nos Estados, nos bastidores o Partido dos Trabalhadores (PT) começa aceitar que ‘não é a única esquerda’ e vai apoiar nomes do PSOL, PC do B, PSB, Rede e PSD, informa o Painel da Folha. No máximo, 8 candidatos a governador próprios. ‘A estratégia é, de preferência, repetir nos palanques estaduais a aliança nacional. Como a prioridade é Lula, os Estados estão condicionados à tática nacional’, aponta Jilmar Tatto, secretário de Comunicação da sigla.
Em 2018, o PT teve 16 nomes para governos estaduais.
Elegeu apenas 4.